sábado, 13 de dezembro de 2014

Todo caminho me leva

*
Por Germano Xavier

devo chamar de perdição
todo caminho que me leva à morte
não as estradas que caminhei
para me desencontrar

todo caminho me leva
todo caminho me traz
- como parte de meus passos
doei-me inteiro aos silêncios
de sede de fome de amor

no fim o olhar se renova
na linha de chegada a paixão
brutaliza-se

devo chamar de encontro
toda morte que não me aceitou
não as setas que me quiseram
na imprudência gozosa das bifurcações


* Imagem retirada do site Deviantart.

5 comentários:

Diego A. da Rosa disse...

Boa noite, Germano. Li seus textos. Particularmente, gostei dessa passagem:

"devo chamar de perdição
todo caminho que me leva à morte
não as estradas que caminhei
para me desencontrar
[...]".

Aproveito a oportunidade para lhe fazer uma pergunta: na sua opinião, o que define a poesia pós-moderna? pós-concreta? ou, de outra forma, quais as "características originais" da poesia contemporânea?

Parabéns pelo blog!

Diego A. da Rosa disse...

Boa noite, Germano. Li seus textos. Particularmente, gostei dessa passagem:

"devo chamar de perdição
todo caminho que me leva à morte
não as estradas que caminhei
para me desencontrar
[...]".

Aproveito a oportunidade para lhe fazer uma pergunta: na sua opinião, o que define a poesia pós-moderna? pós-concreta? ou, de outra forma, quais as "características originais" da poesia contemporânea?

Parabéns pelo blog!

Diego A. da Rosa disse...

Boa noite, Germano. Li seus textos. Particularmente, gostei dessa passagem:

"devo chamar de perdição
todo caminho que me leva à morte
não as estradas que caminhei
para me desencontrar
[...]".

Aproveito a oportunidade para lhe fazer uma pergunta: na sua opinião, o que define a poesia pós-moderna? pós-concreta? ou, de outra forma, quais as "características originais" da poesia contemporânea?

Parabéns pelo blog!

Diego A. da Rosa disse...

Boa noite, Germano. Li seus textos. Particularmente, gostei dessa passagem:

"devo chamar de perdição
todo caminho que me leva à morte
não as estradas que caminhei
para me desencontrar
[...]".

Aproveito a oportunidade para lhe fazer uma pergunta: na sua opinião, o que define a poesia pós-moderna? pós-concreta? ou, de outra forma, quais as "características originais" da poesia contemporânea?

Parabéns pelo blog!

Diego A. da Rosa disse...

Boa noite, Germano. Li seus textos. Particularmente, gostei dessa passagem:

"devo chamar de perdição
todo caminho que me leva à morte
não as estradas que caminhei
para me desencontrar
[...]".

Aproveito a oportunidade para lhe fazer uma pergunta: na sua opinião, o que define a poesia pós-moderna? pós-concreta? ou, de outra forma, quais as "características originais" da poesia contemporânea?

Parabéns pelo blog!