domingo, 1 de julho de 2012

Eu que não devia


 Por Germano Xavier

Eu não gosto de escrever sobre Jorge Luís Borges. Eu amo Jorge Luís Borges. Quem me conhece sabe que Jorge Luís Borges é (digo, hoje, até os meus presentes 27 anos de vida) o meu escritor predileto. Sim, eu tenho um escritor predileto. As pessoas possuem suas coisas prediletas, inclusive gostos e escolhas prediletas. Mas, o que significa ter um escritor predileto? Não me pergunte isto. Eu só sei que Jorge Luís Borges escreveu coisas que me tocam profundamente. Talvez porque eu seja também meio ou muito labiríntico. O que é ser meio ou muito labiríntico? Também não me pergunte isto. É por isso que eu não vou escrever nada sobre o livro dele que acabei de ler, intitulado de O livro dos seres imaginários, escrito com os olhos-mãos também da Margarita Guerrero. O que eu posso dizer é que ele faz uma listagem de seres fantásticos e imaginários que povoam e que povoaram o universo dos mundos (irreais?) por todos esses tempos de antanho até os de agora. É como se fosse um almanaque. Uma curta biografia de animais legendários e mitológicos, como o Cérbero, o Hipogrifo, a fênix, Aqueronte, Lilit, Quimera, só para citar alguns... o melhor mesmo é lê-lo. Mas, como eu ia dizendo... eu não gosto de escrever sobre Jorge Luís Borges. Eu amo Jorge Luís Borges. Quem me conhece sabe que Jorge Luís Borges é (digo, hoje, até os meus presentes 27 anos de vida) o meu escritor predileto. Sim, eu tenho um escritor predileto. As pessoas possuem suas coisas prediletas, inclusive gostos e escolhas prediletas. Mas, o que significa ter um escritor predileto? Não me pergunte isto. Eu só sei que Jorge Luís Borges escreveu coisas que me tocam profundamente. Talvez porque eu seja também meio ou muito labiríntico. O que é ser meio ou muito labiríntico? Também não me pergunte isto. É por isso que eu não vou escrever nada sobre o livro dele que acabei de ler, intitulado de O livro dos seres imaginários, escrito com os olhos-mãos também da Margarita Guerrero. O que eu posso dizer é que ele faz uma listagem de seres fantásticos e imaginários que povoam e que povoaram o universo dos mundos (irreais?) por todos esses tempos de antanho até os de agora. É como se fosse um almanaque. Uma curta biografia de animais legendários e mitológicos, como o Cérbero, o Hipogrifo, a fênix, Aqueronte, Lilit, Quimera, só para citar alguns... o melhor mesmo é lê-lo. Mas, como eu ia dizendo... eu não gosto de escrever sobre Jorge Luís Borges. Eu amo Jorge Luís Borges...

5 comentários:

Germano Xavier disse...

Crédito da imagem:

"Borges Portrait by ~TravestyMcGee"
Deviantart

PERSEVERÂNÇA disse...

EXCELENTE POSTAGEM!!!
ABRAÇO FRATERNAL

PERSEVERÂNÇA disse...

Imagine meu Anjo, postagens como a sua devem ser lidas e relidas. Mas faça seus comentarios em postagens atuais para que todos possam apreciar sua opinião, que tem muito valor literário. obrigada pelo carinho mais uma vez.
Nicinha

Controvento-desinventora disse...

Eu amo quem ama Luis Borges.

Jacqueline disse...
Este comentário foi removido pelo autor.