sábado, 31 de agosto de 2013

Potins


Por Germano Xavier

I

ferido de mortal beleza,
um torno me aper
ta e lambe e su
ga,
na monocórdia dor
de na
da ser


II

despejado na sola
do sa
pato holandês,
do anti
go avô,
o rapazola libava
a candura das esquinas
cor de ele
tri
cidade


III

limítrofe
passo
engolido

... o homem em pernas
limítrofes...

grítrofes,
atrofilamento
rouco
de liberdade

Um comentário:

Controvento-desinventora disse...

Apertado esse poema,até gozar um grito...de liberdade.

Sensorial...adorei!