domingo, 9 de setembro de 2012

Canções de sinos



Por Germano Xavier

II

Presente estás, ardente
em sua sempre
e sacra
e refulgente impresença.
Pois estamos, em contente
amavio, decalques silentes,
a todo instante
de sempre
e sempre.

Assaz ausente, teu corpo
de rubores, para vivo o tanto
sedento estar contínuo,
como água eterna. Flertar

sentindo teu vinho, em face,
suave e quente
feito eu: fluxo de amor distante.

2 comentários:

Germano Xavier disse...

Crádito da imagem:

"Under The Sun by ~Krapivka2007"
Deviantart

marlene edir severino disse...

Germano,

Instante este
assaz presente de teu poema:
presente de poeta
para meus devaneios
tantos...

Afetuoso abraço!

Marlene